Crescimento do e-commerce anima especialistas

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Uma nova pesquisa da consultoria PricewaterhouseCoopers revelou que 21% dos brasileiros usam e-commerce semanalmente. Este número é o maior já detectado desde que a PwC começou a medir o índice, há cinco anos.

O levantamento, que foi realizado com 22 mil pessoas e analisa os hábitos do consumidor no Brasil e em outros 26 países, também mostrou que o e-commerce predomina para algumas categorias: entre os consumidores de livros, músicas, filmes e videogames, por exemplo, a preferência pela internet chega a 34%. Ainda assim, a loja física reverteu a trajetória de queda registrada desde 2015 e foi o canal de consumo que mais cresceu no ano passado, com adesão de 61% dos brasileiros.

Compras nas lojas físicas cresceram

Depois de anos de quedas no segmento de lojas físicas, a pesquisa apontou um crescimento em 2018 na frequência de compras. Já o segmento mobile (celulares) vem crescendo ano após ano, registrando altas de 30 a 31%.

Considerando a renda disponível para os entrevistados, eles afirmam investir o mesmo montante em produtos e experiências. No Brasil, esta taxa é de 50% para cada opção, sendo que em escala global, as pessoas destinam 55% para os bens físicos.

Medo de recessão freou consumo entre 2017 e 2018

A PwC questionou aqueles que disseram ter o objetivo de gastar menos que em 2017 sobre os motivos que os levam a reduzir os gastos. Entre as seis opções apresentadas, aquela que representou a maior parcela da população brasileira é a recessão econômica. 83% dos respondentes apontaram esta razão.

Segurança e Fornecimento de Dados

Em 2017, 78% dos brasileiros que responderam à pesquisa da PwC apontaram que só comprariam por um site que considerassem legítimo e confiável. Este número caiu, para 68%.

Menos da metade dos entrevistados (47%) diz optar por fornecedores de pagamentos em que possam confiar, o que mostra ainda a falta de maturidade do brasileiro com as ferramentas de pagamento digital.

Quando o assunto é segurança de dados, 22% dos entrevistados afirmam restringir o compartilhamento de suas definições de localização com os sites que solicitam tais informações.

Fonte: LinkedIn

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